sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Mundo dos Sonhos


Mundo dos Sonhos.....



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Mundo dos Sonhos



Pra que andar se posso simplesmente voar?


-Diz o pequeno infante Andurius


E os pais atônitos com a resposta do pequenino,fita-o de cima a baixo e pergunta:


- Onde é caro rapazinho,que aprendeste a responder assim?


O pequeno Andurius demora-se,matutanto o que iria falar e diz:


- Observaste os pássaros papai


E o pai do menino diz numa resposta seca:


- Claro que sim menino e o que tem isso?


É isso meu pai:


“Aos pássaros dou a liberdade para que eles possam voar”


Assim mesmo faço com quem amo para que logo possa voltar


E o pai novamente sem palavras diz:


-Tens razão meu filho,tens razão


Bem Vindo ao mundo dos sonhos!!!!!!!!
Poeta Allan Garrido

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Uma pequena homenagem a vocês mulheres!!!!!


Uma pequena homenagem a vocês mulheres!!!!!

Mulher


De coração e total sensibilidade
És bela deusa da feminilidade
Com teu coração bendito
Traz ,mulher, teus amores infinitos

A mulher que é forte e esforçada
Não abandona a luta por nada
És a leoa a proteger teu filhote
O homem sim é que tem a sorte


De contar com a beleza da rosa
A poesia do sorriso feminino
O jeito doce e delicado
De nos fazer muito amado

O que seria de nós pobre homens
Se não existisse essas deusas angelicais
Seríamos seres banais
Sem a presença marcante
Da flor bela e radiante

Chama-te mulher
Mas poderia se chamar fortaleza
Por que sabe como ninguém
Livramos de toda a tristeza

Poeta Allan Garrido


Poeta Allan Garrido Copyright © 2007. Todos os direitos reservados.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Insano


Um poema insano,mas mais insano é deixar que uma mulher sofra,portanto não seja insano ame-a e compreenda-a



Insano

São dez horas marcadas no relógio da parede

E eu me perguntando quando vens matar a minha sede?

Nas horas marcadas da minha paixão

Não há espaço para atrasos perdão

És insano será que não percebes

Enganar teu coração pra este que te escreves



Por que não deixas levar pelas raias da loucura

Não vês que quero te levar a lua?

Na vida é preciso ter uma dose de insanidade

E entregar de corpo e alma a felicidade



A hora passa já é meia noite

Pareces que bate em mim com açoite

E você ainda não escolheu

Estas uma Julieta sem seu Romeu



Olha por que demoras assim

Pense que falto algo meu amor

Olha teu jardim

Arrancou a beleza de uma flor


Insano é não lutar por um ideal

É deixar morrer as plantas no quintal

É não acreditar no raiar do sol

É deixar que sequem as flores

É não lutar por teus amores


Poeta Allan Garrido


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domingo, 16 de setembro de 2007

Poema publicado no Jornal da Cidade

Abaixo meu poema que saiu nesse domingo dia 16/9/2007 no jornal da cidade, no jc cultura,na coluna Ao pé da Letra



sábado, 15 de setembro de 2007


"Amar é como uma eclipse uma junção dos astros de primeira grandeza ,faça o mesmo,eclipsiem vossos amores,vossos corações num só......."(Poeta Allan Garrido)



Eclipse

As vestes da luz solar
Ficarão encobertas
Nas medidas mais certas
Quando por ti me apaixonar
O sol que brilha radiante
Na beleza da superfície de um diamante
Será encoberto pela rainha lunar



E uma eclipse ocorrerá
Não só da lua e o sol
Mas do meu amor que renascerá
Quando por ventura
Os barcos e as rotas mudarem os planos
Certo que a rota do meu coração não se alterará



E no céu um belo espetáculo
O sol e a lua brincam de esconde- esconde
E eu procuro meu amor
Que eu perdi não sei onde
Será na beleza de uma flor?



É na eclipse que tento me espelhar
Façamos a junção em um só
Procurando muito se amar
E ficarmos juntos até o pó



Poeta Allan Garrido


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terça-feira, 11 de setembro de 2007


Um poema feito num momento de reflexão.......se tiver que chorar,chores não prenda



"Não prenda nenhuma gota de lágrima quando a alma quer desabafar"(Poeta Allan Garrido)


Vou Chorar...........


Vou chorar deixarei que nesse papel fino

Derrube como chuva as minhas lágrimas

Vou chorar a dor e desatino

Pois já não me ves como menino

Vou chorar por que a dor é sentida

Vou chorar por que a dor é sofrida

Vou chorar por que talvez amanhã o sol não saia

Vou chorar nas indas e vindas dessa vida

Vou chorar antes que o dia se acabe

Antes que o mundo desabe

Sem você por aqui

Vou chorar por que já não tenho mais

A minha santa paz

Que emanava de ti

Choro na saudade de uma a vida serena

Choro pois a tranquilidade plena

Foi embora uma pena

Choro como um jorro de sangue

Saíndo da artéria aorta

Choro por que você não esta mais na minha porta



Poeta Allan Garrido

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quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Um poema exato e Aritmético....



Aritmético


Nas somas do quadrado do cateto a hipotenusa
Onde esta você minha musa?
São as horas que no relógio bate exatamente
E você como sempre saindo pela tangente
No quadrado perfeito de minha casa
É aqui que se entrar você não escapa


É nos números infinitos
Que tento contar o amor que sinto
São dois traços verticais
O cálculo exato e perfeito
Aritmético como teu próprio beijo
É nos arranjos da vida,que me integro ao teu conjunto
Não deixe ele vazio,fique aqui junto!!!


As arestas devem ser podadas
E não faça permutação do meu amor
Veja que lindo a beleza de uma flor
No ângulo perfeito da tua boca
Descreve na circurferência irradiada
O tamanho do raio de carinho espalhada

Geometricamente tento descrever
As curvas do teu corpo esguio
Em cm,mm não há como medir
O tamanho do meu amor que por ti venho sentir
Mas conisgo aritimeticamente falar
Quero 100% te amar


Poeta Allan Garrido
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Um singelo poema referindo a natureza nossa grande mãe....


Zoológico da Alma



Existe um lugar especial

Onde podemos colocar

E aprendermos com os pássaros,voar

A fera contida dos ursos a defender

A precisão e a destreza da águia

Com a força e a coragem de um leão

Podemos guardar de tudo isso uma lição



Aos répteis deixo minha homenagem

Sábios que se rastejam pelo chão

Eliminando o orgulho do coração

Aos peixes calmos trabalham em silêncio

Ao doce caminhar das formigas um exemplo

Trabalham em harmonia numa relação perfeita



A liberdade tiro do vôo das borboletas

Num acalento doce da mamãe felina

Lambendo a cria numa lição de carinho

Ai vem o macaco espertos e sorrateiros

As vacas que dão mama ao bezerros

Aos cães que são amigos fiéis

E os homens que seres cruiés



Aproveita os homens e tirem uma lição

Da natureza que trabalha em perfeita harmonia

Esses seres pseudo racionais

Mas não passam de simples animais

E no zoológico das almas

Trancafiar todo o ódio do coração

Olhem pra perto e dos animais

Tirem tua lição



Poeta Allan Garrido
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domingo, 2 de setembro de 2007

Funestas Ilusões.....


Funestas Ilusões.......



Negra rosa,negra como a desilusão,

negra negra como a paixão,

negro negro esta agora o meu coração,

da dor da ausência que me mata..

Que fere e maltrata

Que me faz bandido querendo roubar-te pra mim

Que me faz mendigo a implorar amor sem fim




Sombras e escuridão norteiam minha existência

Não saio não ando não progrido não há clemência

Só chove sangue e a dor nem parece descortinar o meu passado

De glórias e sangue horrorizado

Das chagas que abriram no meu peito

Da dor e agonia no meu leito

Oh!!!!a quem pedir ó santa majestade??

Essa dor que esquarteja minh'alma.....

Sim pois não é uma dor carnal de fácil tratamento

É uma dor n'alma como um expurgo um tormento




Sób a hégide do mal alimentado vem nos punhos cravados

A seca insonse que córroi e arrebenta as fibras do meu pulmão cansado

Respira esse ar imundo que há tempos paira sobre mim

Por um alívio consagrado parece que abre os céus e desce os anjos conflitados

E vem dar auxílio a esse pobre transeunte que tanto houvera agonizado

Notavéis dores experimentadas nessa pobre máquina humana que bombeia a vida

Onde corre o fel no lugar do líquido vermelho e no salivar veneno escapa da boca escarnecida

O quanto mais precisarei sofrer no lúgrube pantano da ingratidão?

Quanto mais de raiva e ódio ainda pairam na imensidão?




Sinto aos poucos que não havéra remorso dos altos

Aos poucos vai se esvaindo as poucas gotas secas que tentam escapar dos meus olhos

As lágrimas humildes que enfrentam com picardia a resistência e teimam ainda descer

O água bendita pq não rolas de vez da irís obscurecida deste semblante pálido?

Fonte inesgotável da desola humana pq não deixas cair esse doce néctar da pureza espiritual?deixa limpar um pouco desse lamaçal de desilusões e pesares espalha solta limpa tudo pelos ares

Funestas ilusões não há clarão que faça abrir a fumaça cinzenta que paira intoxicando



funestas ilusões.............


funestas ilusões...........



Poeta Allan Garrido
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A Morte do Poeta....Morre o amor,Morre a flor



A Morte do Poeta



Ontem passara a carruagem

Atras toda corte corria

Misturavam-se alucinados

A nobreza e uns coitados

Todos queriam se despedir

Daquele que soube despir

A tristeza como ninguém




O sol nasceu encruado

Acompanhado dum céu avermelhado

O dia,as horas passam devagar

Pois o sonho,o amor houvera de acabar

O povo ali ressabiado

Lembravam das florem que caiam

Por cima do túmulo do coitado




Ontem cantavam ao sopro dos anjos

Nunca houveram imaginado

Que o silêncio doia e castigava

O sangue a veia artistica

Nunca mais houvera de correr

Naquelas artérias que repousavam

No frio chão de madeira onde enterravam




Choram o povo a dor de ter perdido

Alguém que falava de amor num suspiro

Cantava versos saia as ruas do reinado

Transformava espinho em punhado de flores

Cantava,Cantava amores



Morre,morre a alma de um poeta

Foi sepultado a literatura

Morre ,morre devagar

A dor que jamais iria se acalmar

Morre,morre depressa

A desilusão que se despeça

Morre,morre mesmo

Essa veste carnal que emprestaste

Mas viva ,viva sim a alma que deus desiguinaste


Poeta Allan Garrido
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Um poema triste sob a sina dos tempos...nos dias atuais....


Queda dos Anjos



Soam trombetas e o ecoam no vale perdido

Dos tais sinos que tocavam outrora no paraíso

Soam ironias,sarcasmos e tiranias

Dos vales altos perdidos no tempo

Do andar dos anjos através do vento

Onde explode remédio amargo a entorpecer os sentidos

Da antipatia que corrói qualquer alento




A sina perdida dos anjos decaídos

Num lugar sombrio onde se transformara a terra

Num vale estiguimatizado de sangueVermelho vai a cor que pinta e colore o mangue

Da brancura pura dos seres angélicos

Não restou sequer os cachos amarelos







No céu aurora negra anuncia


A dor que vem e pronuncia


Que acabou a esperança segue agora o desespero


Dias de dor e agonia acabou-se a paz e a alegria


Vivemos sob pena de sermos punidos


Não houvera remorso nem juízo


Viraste um incrível cenário de expurgos







A queda dos anjos puros e perfeitos


Retira a proteção e abre o peito


Expoem tds a chagas e feridas


Não ficam mais cativas


Acabou termina uma era


De paz e amor aqui na terra




Poeta Allan Garrido


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Minha breve biografia....


Natural da cidade de Bauru sp,escrevo poemas desde de 1999 quando após uma grande desilusão amorosa comecei então a transpor minha tristeza para as linhas ,cujo qual ,usava-as e uso-as para desabafar.Fui também cursar a faculdade de Direito em 2002 mas abandonei depois de um ano e hoje faço curso de Fisioterapia, estando no 3 ano do mesmo.Mas a minha paixão e vocação é mesmo para as artes, mais precisamente, para as letras,pros escritos onde me inspiro e deixo rolar minha imaginação.Nasci sob influência de escritores como Camões,William Shakespeare,Lord Byron,Álvares de Azevedo,Gregório de Matos,Clarice Lispector,Castro Alves e tantos outro que me influenciaram e influenciam até hoje.


Bom é isso Pessoal espero que gostem desse pequeno e breve resumo sobre minha vida!!!


abraços


Poeta Allan Garrido

Dedicado há todas as mulheres essas deusas que nos fazem voar!!!!!


Dedicado há todas as mulheres essas deusas que nos fazem voar!!!!!


Devoção


Você é onde encontro sossego de meu corpo
Onde minh'alma descansa e se entrega
É onde meus batimentos cardíacos cessam
Você é o amor que sempre sonhei
Você é aquela por qual esperei em meus dias
É aquela que canto em verso e prosa
Que acordo mais feliz todas as manhãs
É aquela que dedico a mais bela rosa
É a pessoa que me faz sonhar
Que me fez ver o mundo mais bonito
É aquela q me faz alçar vôos no infinito
Você meu amor me faz delirar
A que quero colocar no meu peito
Proteger e estender a mão num gesto de amor
É você olho pra ti e digo
Em qual jardim nasceste tão bela flor?


Poeta Allan Garrido
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Se precisar,Me Chame.......


Esse poema é mais um que fala da importância de termos a pessoa amada e o quanto ela nos faz bem no nosso dia a dia e o que faríamos quando a mesma estiver precisando de ajuda...se você estiver precisando:


Me Chame....

Me chame,poderei estar ai ao teu lado
Me chame,poderei estar ai de resguardo
Me chame,por que sei que precisas de mim
Me chame,amor meu doce amor
Me chame meu anjo querubim
Me chame a hora que precisares
Me chame quando olhar pro lado e não me encontrares
Me chame paixão,amor de minha vida
Me chame ,grite enfim
Me chame a qualquer hora do dia
Me chame flor de jasmim
Me chame por que sei que o teu coração
Já me chama a muito tempo
Ainda não percebestes paixão?
Me chame pra brigar comigo
Me chame pois lhe darei meu ombro amigo
Me chame nos momentos complicados
A me chame adoro estar ao teu lado
Me chame amor me chame
Serei e sempre estarei ao lado de ti
Com todo cuidado


Poeta Allan Garrido
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Há o amor tão belo e puro sentimento..quem me dera encontrar o amor como descrevi nesse poema .....


Ola amigos há o amor é belo,um sentimento nobre,puro,quem me dera encontrar o amor como descrevi nesse poema chamado:



Amo-te



Amo-te


Amo-te ao amanhecer quando acorda descabelada

Amo-te nessa mesma hora quando esta toda inchada

Amo-te depois que se levanta quando vai tomar seu banho pra trabalhar

Amo-te Amo-te tanto nunca hei de reclamar


Amo-te quando esta no serviço longe de mim

Amo-te nessa distância que não parece ter fim

Amo-te ao meio dia quando entra aqui

Amo-te as todas as horas,minutos,segundos sem fim


Amo-te quando reclamas

Amo-te quando bates em mim

Amo-te nas hora difíceis

Amo-te tanto que não tem fim


Amo-te mesmo na doença

Amo-te mesmo na sua ausência

Amo-te até de baixo d’água

Amo-te e nunca acaba


Amo-te de manhã

Amo-te a tarde

Amo-te a noite

Amo-te de madrugada

Amo-te fazer guarda


Amo-te proteger

Amo-te defender

Amo-te com roupa

Amo-te sem roupa


Amo-te com todos os problemas

Amo-te com todos os dilemas

Amo-te até depois da morte

Amo-te até sua falta de sorte

Amo-te seu corpo inteiro

Amo-te sua inteligência

Amo-te primeiro


Amo-te tanto

Amo-te seu pranto

Amo-te quando és fria comigo

Amo-te que até arrepia


Amo-te de qualquer jeito
Amo-te sem braços

Amo-te sem pernas

Amo-te sem tudo

Amo-te sem nada


Amo-te até exaustão

Amo-te na solidão

Amo-te meu amor

Amo-te de verdade

Amo-te na mentira

Amo-te na vaidade


Amo-te e pronto

Amo-te mas ainda

Amo-te falto muito

Pra dizer o quanto te amo.........


Poeta Allan Garrido
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Ola caros amigos voltando com blog novo!!!!


Ola caros amigos,voltando com um blog novo,espero que gostem pois é aqui que colocarei um pouco de minh'alma e compartilharei meus escritos com todos!!!


Deixo vocês com meu primeiro poema chamado Contraditório


Abraços


Poeta Allan Garrido




Contraditório



Anoitece onde está você?

Tu passas como um leve sopro........

Como uma cantora lírica.........

A entoar seu pranto.......


Amanhece triste........

Chove lá fora,dia cinzento....

Meu coração se entristece..

Descompassa ao lembrar de você


Tu ainda passas como um leve sopro..

Anoitece..tempestade se avizinha,

Trovões lembrando uma orquestra.......

Trazendo a fúria de meus sentimentos.


Amanhece,sol forte.......

Lá fora,muita gente...

Você aparece.........

E eu vou embora.


Poeta Allan Garrido
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