
Queda dos Anjos
Soam trombetas e o ecoam no vale perdido
Dos tais sinos que tocavam outrora no paraíso
Soam ironias,sarcasmos e tiranias
Dos vales altos perdidos no tempo
Do andar dos anjos através do vento
Onde explode remédio amargo a entorpecer os sentidos
Da antipatia que corrói qualquer alento
A sina perdida dos anjos decaídos
Num lugar sombrio onde se transformara a terra
Num vale estiguimatizado de sangueVermelho vai a cor que pinta e colore o mangue
Da brancura pura dos seres angélicos
Não restou sequer os cachos amarelos
No céu aurora negra anuncia
A dor que vem e pronuncia
Que acabou a esperança segue agora o desespero
Dias de dor e agonia acabou-se a paz e a alegria
Vivemos sob pena de sermos punidos
Não houvera remorso nem juízo
Viraste um incrível cenário de expurgos
A queda dos anjos puros e perfeitos
Retira a proteção e abre o peito
Expoem tds a chagas e feridas
Não ficam mais cativas
Acabou termina uma era
De paz e amor aqui na terra
Poeta Allan Garrido
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